Mensagem da presidência
Lema: Tempo de Crescer 2008 - 2012

Estudos

Estudo Pr. Onésimo

Experimente a sua Páscoa!

A páscoa é uma celebração judaica. Os judeus comemoravam a Páscoa para relembrar sua libertação da escravidão do Egito conforme é relatado no capitulo 12 do livro Êxodo. O termo páscoa tem origem  do hebraico – pessach – que signfica passagem, passar por cima. A páscoa significa que Deus se colocou por sobre as casas dos israelitas como uma cobertura, protegendo-os do anjo destruidor que ele havia enviado entre os egípcios (Ex.12: 13,23,27).
Com base no calendário religioso hebreu a páscoa era celebrada no mês de abibe (março-abril). Cada família tomava um cordeiro sem defeito e o sacrificava, no décimo quarto dia do mês, ao pôr do sol. O sangue do animal era aplicado nas laterais e nas vigas superiores das portas das casas. Comiam carne assado no fogo, com ervas amargas e pão sem fermento.

Os símbolos pascais como ovo de chocolate, coelhinho, presentes atualmente, não expressam o sentido da páscoa. Estes símbolos  que reforçam o ideal de fertilidade, comemorado entre os pagãos, passam a fazer parte das  festividades cristãs católicas a partir do Concilio de Nicéia, em 325 d.C. Neste período, os clérigos tinham a  preocupação de ampliar o número  de fiéis adaptando algumas antigas tradições e símbolos religiosos a  eventos relacionados ao ideário cristão. A partir de então, observa-se a pintura de vários ovos com imagens de Jesus Cristo e sua mãe, Maria.

No auge do período medieval, nobres e reis de condição mais abastada costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus com o uso de ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas; até que chegamos ao famoso ovo de chocolate bastante consumido na época atual.

A páscoa é uma ilustração da redenção realizada por Cristo no calvário. Ele foi o cordeiro perfeito de Deus oferecido para tirar os pecados do mundo. “Vejam! É o cordeiro de Deus!” disse João Batista. João 1;29.  “ Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado”,  disse o apóstolo Paulo. 1Co.5.7
O sentido pleno da páscoa se cumpriu no calvário. Jesus tornou-se uma cobertura para todos os que o receberiam como o seu cordeiro pascal. 1Pd. 1:19 ; Hb.9.22

Todos os seres humanos agora precisam viver a experiência de uma páscoa pessoal, ou seja, precisam clamar pela presença salvadora e protetora de Jesus sobre suas vidas. Devemos aceitar o fato de que há uma proteção perfeita – o sangue de Jesus por meio do qual estamos livres da pena e da culpa do pecado e também do poder do  nosso adversário acusador e destruidor. Ap.12:10,11.
Quando nos arrependemos dos nossos pecados, aceitando o sacrificio de Cristo na cruz, confessamos publicamente essa fé no ato do batismo, fomos colocados sob o sangue de Jesus.

 Agora então podemos celebrar a nossa pessach a Ceia do Senhor. “ E, tomando um pão tendo graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o calice, dizendo: Este é o calice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós”. Lc.22:13-20. A Ceia é a celebração cristã. Com a morte e ressurreição de Cristo a Páscoa deixa de ser a celebração vinculada a libertação dos Judeus e passa a ser a comemoração sobre a libertação do homem do pecado já que o cordeiro que os Judeus sacrificavam na época de Páscoa simbolizava  Cristo o cordeiro de Deus que seria e foi sacrificado pelos pecados de todos nós.

Se você ainda não teve sua Páscoa pessoal, poderá experimentá-la agora mesmo. Basta que confesse sua fé no  senhorio de Cristo e entregue-se a Ele como libertador.
Você pode experimentar o cumprimento da Páscoa em sua vida. Receba a Jesus o cordeiro de Deus que leva o nosso pecado. Permita que Deus se coloque sobre você como única cobertura suficiente para o livrar da condenação eterna e o proteger do destruidor. Experimente neste momento a maravilha de estar sob o sangue de Jesus.

 

Boa Páscoa!
Pr. Onésimo F. da Silva – Psicólogo
Presidente Prudente/SP

 

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